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Inovação: a forma da água

Ser empreendedor, trabalhar e desenvolver Inovação é mais que transformar a matéria

Esvazie sua mente de modelos, formas, seja amorfo como a água”, ele disse. “Você coloca a água em um copo, ela se torna o copo. Você coloca a água em uma garrafa, ela se torna a garrafa. … Seja água, meu amigo.”
Ser empreendedor, trabalhar e desenvolver Inovação é mais que transformar a matéria. A busca incessante pelo equilíbrio financeiro, a sustentabilidade econômica do negócio reflete também a saúde emocional daquele que a conduz.
Gosto de ilustrar essa afirmação citando Bruce Lee, “…esvazie sua mente de modelos, formas, seja amorfo como a água” e prossegue, “…você coloca a água em um copo, ela se torna o copo. Você a coloca em uma garrafa e ela se torna a garrafa”. 
Perceba que ao mesmo tempo sútil é de uma força que, ou nos empurra para frente ou para trás, para cima ou para baixo. 
Fala-se muito da resiliência no empreendedorismo, este é um belo exemplo de como se adaptar às mudanças e às necessidades do mercado.
Minha experiência me mostra que o caminho se faz ao caminhar, embora deve estar muito claro o valor que você está entregando ao cliente.
São dois os desafios:1- Cliente ou investidor.2- Relacionamento ou networking.
Estes desafios serão estudados em futuras publicações. Neste momento quero que o leitor se concentre na água.
O resultado do sucesso é alcançado quando temos três qualidades: o de administrar, o de vender e o de desenvolver. Explico:
O empreendedor que busca sucesso em sua jornada tem que possuir essas três qualidades ou, ao menos, ter um time que as cumpra:
a) administração da empresa.b) vendedor da solução.c) desenvolvedor do produto.
Sim, é difícil. Pode levar mais ou menos tempo, mas é possível. Como?
Primeiro, se você não sabe entenda, todos nós podemos ser autodidatas. No entanto, tendo um apoio as coisas tendem a fluir suavemente. Daí a importância de se associar a uma instituição, por exemplo, incubadora de negócios ou de participar de programas e iniciativas vinculadas à incubadoras ou empresas privadas. Nos dias atuais temos visto muitas oportunidades neste sentido, tanto no Brasil quanto no exterior (a internacionalização também terá uma coluna dedicada posteriormente). Com este relacionamento você pode cobrir ao menos um dos dois desafios indicados no início do texto: o cliente e/ou o relacionamento.
Temos tido uma taxa de sucesso em nossas Caracas Tecnológicas para Portugal, como parte do Programa de Internacionalização do Hub de Inovação Aeroespacial Iberoamericano. Nossa experiência mostra que aonde estabelecer uma relação com um potencial parceiro, investidor e cliente e, em se conduzindo esse relacionamento a confiança o próximo passo é a venda. Cumprindo então, até aqui, pelo menos dois dos desafios apontados anteriormente, caso a solução (serviço ou produto) não esteja pronto.
Relembre AQUI nossa coluna sobre como desenvolver um produto.
Quero finalizar esse texto com a palavra motivacional de Eric Ries, autor do livro “Startup Enxuta”, “Para aprender o que funciona, você deve tentar o que não funciona. Cometer erros repetidamente até melhorar a cada tentativa e conseguir o que funciona.”.
Desejo a você, bons resultados!

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